«A informação é uma guerra, uma guerra entre modelos sociais. Entre os defensores de um mundo desigual, injusto, governado por depravados e autênticos terroristas que impõem a sangue e fogo um modelo económico que condena à morte milhares de pessoas em todo o mundo, e aqueles que decidem estar ao serviço dos grupos, movimentos, intelectuais e outros lutadores, que todos os dias arriscam a vida a defender outro modelo de mundo possível.»
Pascual Serrano - José Daniel Fierro

REFORMAS E BAIXAS MÉDICAS EM PORTUGAL - escândalos!

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COMER E CALAR! - até quando?


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segunda-feira, dezembro 10, 2007

Declaração Universal dos Direitos do Homem


Declaração Universal dos Direitos do Homem
Proclamada pela Assembleia Geral da ONU a 10 de Dezembro de 1948

Preâmbulo:
Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo; (...) (ver continuação aqui)

Faz hoje, portanto, 59 anos que foi proclamada aquela importante Declaração.
Lamentavelmente ainda subsistem por todo o mundo vergonhosos exemplos de atropelos à dignidade humana. No nosso país, de forma descarada, parece renascer o espírito de um passado digno da nossa repulsa em relação a essa matéria. E não só tendo como alvo pessoas adultas. Também as crianças sofrem o resultado desses atropelos resultantes de governações impenitentes e da má preparação de pais e professores. Entre estes últimos, que é suposto terem melhor preparação para as educar, conhecem-se casos de agressões físicas noticiados pelos média, e até, ultimamente, uma narração despudorada e talvez tendenciosa, feita pela própria agressora, num post de um blogue que lhe pertence, datado de 7 do corrente mês, o qual mereceu mais de noventa por cento de comentários favoráveis.
Para esta agressora e seus apoiantes não conta a existência de qualquer tipo de Declaração em defesa do Homem nem respeito, pelo menos, pelo artº 10º dos Direitos da Criança... é o olho por olho, dente por dente, mesmo que suas vítimas sejam seres indefesos.

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15 Comments:

At segunda-feira, dezembro 10, 2007 3:48:00 da manhã, Blogger Ernest said...

meu amigo, gracias por tus saludos y sugerencias... ando con mucho trabajo y por ello casi no escribo.

um abraco muito calido

 
At segunda-feira, dezembro 10, 2007 6:46:00 da manhã, Blogger EL HIPPIE VIEJO said...

ESTIMADO ZÈ

LAMENTABLEMENTE SE SIGUEN VULNERANDO ESTOS DERECHOS
EN MUCHOS LUGARES DEL PLANETA.
A
"LOS PODEROSOS" DE TURNO
LES INTERESA POCO EL SUFRIMIENTO DE SUS HERMANOS.
LOS ESTADOS TENDRÌAN QUE SER FUERTES Y OCUPARSE DE LOS MÀS DÈBILES E INDEFENSOS,
PERO ESO NO OCURRE.


ESTIMA AMIGO

TE DEJO MI ABRAZO SIN FRONTERAS


ADAL

GRACIAS POR LA SUGERENCIA.

 
At segunda-feira, dezembro 10, 2007 6:51:00 da tarde, Blogger Mocho-Real said...

Zé, sugeriste-me que fizesse um post sobre aDeclaração dos Direitos Humanos. Não o fiz,não tenho tempo nenhum por estes dias e quem é professor pode perceber bem. Mas ainda bem, fizeste-o tu.

Só lamento que relates um caso de agressão por parte de uma professora para exemplicar um atropelo aos direitos humanos.
Para "bater" em nós já há tanta gente!
Há maus profissionais em todos os sectores, meu caro Zé Lérias. Não tomemos a nuvem por Juno, não?

Atentados como esse, infelizmente, vêem-se aos milhões diariamente e em todo o mundo. Condenáveis, claro que sim.
E os governos que permitem a exploração do trabalho infantil? E os paíeses inde a liberdade de expressão não é permitida?
São tantos e contínuos os atropelos aos artigos que compõem essa Declaração...

Um abraço.

 
At segunda-feira, dezembro 10, 2007 7:54:00 da tarde, Blogger Je Vois la Vie en Vert said...

Venho agradecer a tua passagem pelo meu blog e o facto de ter seguido o meu alvitre.
Graças a ti hoje aprendi mais uma palavra em português. É a primeira vez que tinha ouvido esta palavra "alvitre". Gosto de aprender. Volta para me ensinar mais , se faz favor !
Abraços verdinhos

 
At segunda-feira, dezembro 10, 2007 9:49:00 da tarde, Blogger ANNA-LYS said...

Blogging have made me realize that we use the same words with different meanings, no matter from which country we come.

Children have their right to childhood, they shall not work.

Concreted:
Some individuals, no matter nationality interpret work = money.

Meaning if children are used for hard activities without getting any salary - they are not working. ... and so on.

The Childrens Rights seems to be in the hands of the interpretator. :-(

(( hug ))

 
At segunda-feira, dezembro 10, 2007 11:34:00 da tarde, Blogger zé lérias said...

Peço desculpa aos amigos que comentaram antes do meu amigo Jorge (MOCHO REAL), mas dado que lhe devo uma explicação, na sua qualidade de professor, passo a dirigir-me a ele prometendo comentar depois os "comments" dos outros amigos que aqui vieram.
Caro amigo Jorge.
Registei a tua mágoa pelo exemplo que apontei no meu poste de hoje.
Há momentos em que, apesar dos anos de experiência que temos da vida, não sabemos geri-los com toda a racionalidade.
Admito, agora que me alertas, que será excessivo utilizar um exemplo português de uma professora [quiçá relapsa e confessa, a avaliar pelo gáudio demonstrado no relato que nos fez da sua pequena (?) agressão] para ilustrar um atentado aos direitos humanos, quando efectivamente [como aliás friso no post] há crimes de magnitude infelizmente muito superior em PORTUGAL.
Em minha defesa só posso dizer que se conjugaram, caprichosamente, dois factores que contribuíram para a feitura do meu poste: O primeiro foi de ter visto num blogue amigo uma chamada de atenção para os 59 anos da proclamação da Declaração Universal dos Direitos do Homem que se comemoravam hoje, e o segundo foi que, logo a seguir, nas buscas de "comments" num dos blogues que visito de quando em vez, se me ter deparado um pseudónimo estranho que me levou a entrar no seu blogue. E foi com enorme repulsa que li o que sabes ter sido escrito nesse blogue. Já estar mal disposto pelas lembranças que me trouxe a razão pela qual foi promulgara a Declaração Universal dos Direitos do Homem e depois aparecer-me um caso como o relatado, detonou em mim um desejo enorme de descarregar o meu mal-estar sobre essa impreparada e talvez quase inocente agressora.
No entanto, saber-se, por vias e travessas, que de vez em quando uma professora agride uma criança, não é a mesma coisa que a própria agressora assumir, relatar e publicitar em pormenor - com detalhes sórdidos - a sua agressão, tens que convir.
Quero frisar, pois, que nunca me passou pela cabeça "bater" nos professores, que aliás admiro por exercerem também uma nobre profissão. Se "bati", foi em algumas professoras e mais concretamente a uma professora que procurou protagonismo da pior maneira. De gente rude já espero de tudo, mas de gente ilustrada, dói-me muito sabe-la capaz de ter gáudio em bater em crianças.
Mesmo assim, tenho de admitir que houve precipitação da minha parte na altura de elaborar o poste, apesar de que, mesmo que fosse professor, e como antigo sindicalista, ter sempre advogado que se criticasse o sindicalizado que não cumprisse os seus deveres enquanto tal e ainda enquanto profissional, na convicção de que assim pudesse melhorar os seus comportamentos e pudessem ser mais respeitadas as suas reivindicações. Sou, pois, contra as corporações que emperram o caminhar.

Abraço-te com a maior amizade e admiração

 
At terça-feira, dezembro 11, 2007 12:29:00 da manhã, Blogger NINHO DE CUCO said...

Segui a tua sugestão e coloquei o post sobre os direitos humanos. Identifico-me com os teus espaços.
Um abraço

 
At terça-feira, dezembro 11, 2007 11:40:00 da manhã, Blogger mixtu said...

e apesar de tudo, demos um grande salto desde 1948, muitas cousas por fazer, certo... mas demos um passo...

abrazo europeo

 
At quarta-feira, dezembro 12, 2007 12:19:00 da manhã, Anonymous nobody said...

It makes today, therefore, 59 years that were proclaimed that important Declaration.
Lamentably today still there are examples of violation of the law to the Human dignity. In our country, of brazen form, it seems to reappear the spirit of a old time worthy of ours repulses in relation to this substance. Not only whith adult people. Also the children suffer to the result from these resultant violation of the law of the bad preparation of parents and teachers. Between these last ones, that it would be presumption to have better preparation to educate them, cases of physical aggressions are known wrighted in the media, and until shameful stories wrighted by the proper aggressors, licke one I have read in a teacher's blog dated 7th of this month, being that more than ninety percent of “comment” congratulates the teacher by her action.
For this aggressor and its supporters, it does not count to the existence of any type of Declaration in defense of the Man nor respect at least for artº 10º of the Rights of the Child… it is the eye for eye, tooth for tooth, even if the victims are defenseless beings.

 
At quarta-feira, dezembro 12, 2007 12:49:00 da manhã, Anonymous Anónimo said...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

 
At quarta-feira, dezembro 12, 2007 11:21:00 da tarde, Blogger ANNA-LYS said...

Ola Zé Léras,
Obrigado!

It seems to get more and more important as we get more materialistic. Human Rights are violated every day and the children are those stuck between teachers and parents as a projection screen for there own shortcomings.

((abrazo))

 
At quarta-feira, dezembro 12, 2007 11:41:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Não entendo tantas explicações ao Sr.
Prof.Para uma cidadã como eu ,tudo isto é simples de entender:Dentro de todas as profissões há os que fazem bem feito (e procurando valorizar-se ), os que fazem por fazer,e os que não gostam do que fazem (e que além de mais são exloradores dos que lhes pagam).
Qualquer um de nós somos fruto do trabalho dos nossos pais e dos nossos
prof.,e dos média e se estes não têm nenhum nível, dá nisto: somos o que somos.
Para ultrapassar isto temos que ter consciencia da situação. Só muda quem quer.
Nos anos setenta foi editado um livro d Editora Livros Horizonte
integrada na série Biblioteca da Educação que se chamava: DESENVOLVIMENTO AFECTIVO E CARACTERIAL DA CRIANÇA. Na época havia um livreiro que dizia:-Este livro, deve ser tanto para os professores como para os pais, como a biblia está para os cristãos.
Certamente que se deve poder contar pelos dedos das mãos quanto professores e pais o leram. No Magistério Primário do distrito de Braga, o mesmo era adoptado, certamente que na altura era porque alguém sabia quanto era importante para os professores.

 
At quarta-feira, dezembro 12, 2007 11:50:00 da tarde, Blogger Mocho-Real said...

ZÉ LÉRIAS:

Por falta de tempo antes, só hoje me foi possível ler a tua resposta.
E quero dizer-te que também eu sou contra o espírito corporativista, e sou-o desde os tempos do Salazar.
O caso dessa pessoa que agrediu a miúda revolta-me seguramente tanto a ti como a mim. Eu lido com miúdos e mais graúdos desde 1976!
Nunca toquei num cabelo de um aluno embora, por vezes, vontade não m,e tenha faltado tal a má educação de uns poucos.
Esta pessoa agressora é, por acaso, professora. Ou era!
se teve prazer nesse seu acto, então é doente, desequilibrada.
nâo falei por espírito corporativista, repito, apenas o fiz porque o escrito poderia levar precipitadamente à conclusão de que mais uma pessoa atacava os professores. E eu estou farto, também de ser atacado, não pessoalmente, mas como integrante de uma classe profissional que na sua esmagadora maioria é mais dedicada aos alunos do que muitos pais. E acredita que sei do que estou a falar!
Não defendo corporativamente os professores, mas defendo-os, sim, como defendo os médicos, por exemplo, tantas vezes igualmente destratados por ignorância pura, inveja - a doença nacional! - ou porque é moda, simplesmente!
Este ministério em particular e o Primeiro-Ministro també, tudo têm feito para denegrir aos olhos da população a figura do professor. Tristes figuras dos quais náo rezará a História, senão para os condenar pelo abismo profundo que estão a cavar para as futuras gerações, que eu e milhares como eu ainda tentamos salvar no dia-a-dia.
A verdade é esta, meu caro Zé. Fala com professores, dos mais velhinhos, com mais de 40/45 anos, e eles dir-te-ão que em cada ano os alunos nos chegam às mãos mais impreparados a todos os níveis, de saberes, e de saber estar e saber fazer, enquanto as leis e as directrizes centrais são de "passar o aluno à outrance", que os números têm que ser bons para Bruxelas ver, sorrir e os de cá ficarem bem vistos para uma futura vaga num dos aqueles apetecidos corredores.
O que se está a passar no sistema educacional português já é mais do que uma incompetência e vergonha, é um crime.
Daqui a 10/15 anos, se ainda por cá andarmos, veremos se estou certo ou não.

Um abraço com o maior respeito e consideração que também tenho por ti.


P.S.- Quanto à figura anónima, que afirma que não percebe a razão de tantas explicações ao Sr. Professor (a mim, na circunstância, presumo) não respondo apenas por respeito ao dono da casa. Mas sempre digo que acho naturalíssimo que as pessoas educadas e inteligentes se expliquem e que não eu quem solicitou qualquer explicação. Enfim...vozes avulsas!

 
At segunda-feira, dezembro 17, 2007 4:43:00 da tarde, Blogger as-nunes said...

Ora veja-se a convulsão que por aqui vai. Quanto a mim não vejo qualquer problema especial em que as pessoas esgrimam os seus argumentos para defender uma causa que consideram justa.
O tema, claro, é sempre actual. Pelos Direitos Humanos há que lutar, lutar. Com palavras e com exemplos, o que nem sempre são compatíveis com certos senhores deste planeta.
Caro Zé, senti a tua recomendação no meu blogue, acabei por não me referir expressamente a esta Declaração Universal, que devia ser a primeira a ter em conta na relação entre os homens e ponto final. Sem tergiversações.
Um grande abraço e BOM NATAL para todos.
António Nunes

 
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