«A informação é uma guerra, uma guerra entre modelos sociais. Entre os defensores de um mundo desigual,
injusto, governado por depravados e autênticos terroristas que impõem a sangue e fogo um modelo económico que condena à morte milhares
de pessoas em todo o mundo, e aqueles que decidem estar ao serviço dos grupos, movimentos, intelectuais e outros lutadores, que todos os dias arriscam a vida a defender outro modelo de mundo possível.»
Pascual Serrano - José Daniel Fierro
REFORMAS E BAIXAS MÉDICAS EM PORTUGAL - escândalos!
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COMER E CALAR! - até quando?
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Domingo, Novembro 22, 2009
Terça-feira, Novembro 17, 2009
Segunda-feira, Novembro 16, 2009
GRIPE A
Teresa Forcades expressa preocupação com possibilidade de que a vacina compulsória seja compulsória
MADRI - Uma monja beneditina espanhola, doutora em medicina, está liderando uma campanha contra a vacinação para a gripe suína, por meio de um vídeo distribuído via Internet que já foi assistido por milhares de pessoas.
Teresa Forcades, também autora de Los crímenes de las grandes compañías farmacéuticas e de La teología feminista en la historia, expressa no vídeo sua preocupação com a possibilidade de que os governos possam decretar vacina compulsória contra o H1N1 sem que conheçam os efeitos colaterais da vacina.
O vídeo de 54 minutos de duração está disponível na Web há 10 dias e pode ser assistido na íntegra abaixo. Ele vem sendo redistribuído em larga escala via correio eletrônico ou de trechos oferecidos pelo serviço de vídeo YouTube.
CAMPANAS POR LA GRIPE A from ALISH on Vimeo.
O portugues Jornal de Notícias, informa mais:
A freira enumera três novidades na vacina contra o H1N1 em relação à vacina contra a gripe sazonal. Começa por dizer que os laboratórios farmacêuticos criaram uma vacina de forma a que apenas uma injecção não seja suficiente para a inoculação, sendo, antes, necessárias duas doses. Além disso - realça -, a OMS recomenda que também não se deixe de tomar a vacina da gripe sazonal, o que leva uma pessoa a expor-se a ser injectada três vezes. Segunda novidade para a religiosa é o facto de alguns laboratório terem juntado à vacina coadjuvantes mais potentes do que aqueles utilizados até agora na vacina anual. Terceira e última novidade: a indústria farmacêutica está a exigir aos estados que assinem acordos que lhes proporcionem impunidade caso as vacinas tenham mais efeitos secundários do que os previstos. Os EUA já assinaram um acordo que libera tanto os políticos como as farmacêuticas de toda a responsabilidade pelos efeitos secundários da vacina.
Em jeito de conclusão, Teresa Forcades deixa claro ser necessário manter a calma, tomar as precauções sensatas para evitar o contágio e, sobretudo, "não deixar-se vacinar".
E termina com um apelo: "Peço que se active com carácter urgente os mecanismos legais (...) para assegurar de forma clara que não se poderá forçar ninguém no nosso país a vacinar-se contra a sua vontade e os que decidam livremente vacinar-se não sejam privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito a serem recompensados economicamente (eles e os seus familiares) no caso da vacina lhes causar uma doença grave ou a morte".
Etiquetas: Gripe A, gripe H1N1, gripe porcina, Teresa Forcades
Sábado, Novembro 14, 2009
Quarta-feira, Novembro 11, 2009
arte e (é) tudo
Historical Painting with Wikipedia Links & Mouse Over Tagging
CLIQUE sobre a imagem e depois clique sobre cada uma das personagens para conhecer a sua história:
Etiquetas: Famous People Painting
Domingo, Novembro 08, 2009
O controlo POP Pentatónico
Todos nós temos preconceitos.
Um deles chama-se escala pentatónica.
Somos diariamente invadidos por ela.
Basicamente é um intervalo de sequência de notas.
A falta de paciência para ouvir música leva a isto.
Absorvemos o que nos dão.
E esperamos que nos deêm sempre o que nos deram.
Quando algo estranho diferente aparece, estranhamos.
E não ouvimos.
Há que parar e perceber até que ponto estamos a ser controlados.
Esperar por aquilo que sempre nos deram faz-me lembrar Pavlov.
Seremos todos assim ?
Será apenas na música?
World Science Festival 2009: Bobby McFerrin Demonstrates the Power of the Pentatonic Scale from World Science Festival on Vimeo.
Sábado, Novembro 07, 2009
Quinta-feira, Outubro 29, 2009
Domingo, Outubro 25, 2009
Terça-feira, Outubro 20, 2009
o tio sam
Agências de espionagem norte-americanas vigiam blogs e Twitter. - vivemos, de facto, em Democracia?
As agências de espionagem norte-americanas estão cada vez mais interessadas nos blogs, nas contas do Twitter ou até nas críticas de livros na Amazon. A IN-Q-Tel, o "braço investidor" da CIA, está a ajudar financeiramente a Visible Technologies, uma empresa de software especializada em monitorizar as redes sociais. (ler mais Aqui)
Etiquetas: o tio sam
Terça-feira, Outubro 13, 2009
Sexta-feira, Outubro 09, 2009
Abstenção
A Abstenção é um direito. É uma opção política.
Os políticos profissionais menosprezam o valor desse direito e de uma forma hipócrita condenam a Abstenção a uma doença "político-social". A sua incompetência é posta a total descoberto quando não se responsabilizam pela causa, nem pela cura da suposta doença.
São incompetentes porque não entendem o dilema em que vivem. Por um lado condenam a abstenção e por outro promovem a existência do "saco azul" de eleitores que podem fazer a diferença nas próximas eleições.
A agravar esta situação o Governo gasta o dinheiro (impostos) dos cidadão que não votam (cerca de 40%) para lhes dizer publicamente que estão errados, enganados, e que no fundo que têm de se "tratar". É como pagar a alguém só para me chamar maluco.
Com isto não quero dizer que sou a favor ou contra a abstenção. Antes pelo contrário (!?).
Eu aceito a Abstenção na mesma medida que aceito a introdução de uma lei que obrigue a votar.
Aliás penso até que a introdução dessa lei acabaria com as desculpas esfarrapadas do políticos e dinheiro mal gasto.
Das duas, uma. Ou se assume que a Abstenção é de facto um direito democrático e se esvazia a Assembleia da Republica em 60% dos seus lugares ou se obriga toda a gente a votar.
Penso que assim ganhavámos em transparência e em representatividade.
Poupava-se dinheiro aos contribuintes e acabava-se com a "evangelização dos maluquinhos".












