«A informação é uma guerra, uma guerra entre modelos sociais. Entre os defensores de um mundo desigual, injusto, governado por depravados e autênticos terroristas que impõem a sangue e fogo um modelo económico que condena à morte milhares de pessoas em todo o mundo, e aqueles que decidem estar ao serviço dos grupos, movimentos, intelectuais e outros lutadores, que todos os dias arriscam a vida a defender outro modelo de mundo possível.»
Pascual Serrano - José Daniel Fierro

REFORMAS E BAIXAS MÉDICAS EM PORTUGAL - escândalos!

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COMER E CALAR! - até quando?


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quinta-feira, julho 20, 2006

PERDÃO ! ( 500 anos depois )



O tempo e os genes obrigam-me a pedir perdão ....

"No Massacre de Lisboa de 1506 (ou a matança da Páscoa de 1506), que sucedeu há exactamente 500 anos, uma multidão movida pelo fanatismo religioso perseguiu, violou, torturou e matou entre duas mil a quatro mil pessoas, acusadas de serem judias. Isto sucedeu antes da inquisição começar e nove anos depois da conversão forçada dos judeus em Portugal em 1497, durante o reinado de D. Manuel I.

Uns 93 mil judeus encontraram refúgio em poucos anos em Portugal depois da expulsão pelos reis católicos de Espanha em 1496.

Como consequência homens, mulheres e crianças, foram torturados, massacrados, violados e queimados em fogueiras improvisadas no Rossio. Os judeus foram acusados entre outros "males", de deicídio e de serem a causa da profunda seca e da peste que assolava o país. A matança durou três dias, de 19 de Abril a 21 de Abril na Semana Santa de 1506, e só acaba quando é morto um judeu que era escudeiro do rei, João Rodrigues Mascarenhas, e as tropas reais acabam por chegar para pôr ordem.

O Massacre de Lisboa de 1506 ficou como que apagado da memória colectiva, um pedaço de vergonha esquecida que não está nos livros de História, caiu no esquecimento e são poucos os historiadores que lhe fazem referência. O horror e a violência foram descritos e reproduzidos por Damião de Góis, Alexandre Herculano, Oliveira Martins, Garcia de Resende, Salomão Ibn Verga e Samuel Usque." fonte: Wikipedia

1 Comments:

At quinta-feira, julho 20, 2006 10:52:00 da tarde, Blogger Zé Lérias said...

Os judeus foram perseguidos durante quase toda a sua história.

Mas hoje parece quererem vestir a pele de carrascos,tornando vítimas outros povos inocentes. Não falo de políticos nem militares. falo do povo genuíno.

Será assim?
Sempre?

Nas reviravoltas da história, as vítimas de um dia, viram carrascos noutro?

 

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