«A informação é uma guerra, uma guerra entre modelos sociais. Entre os defensores de um mundo desigual, injusto, governado por depravados e autênticos terroristas que impõem a sangue e fogo um modelo económico que condena à morte milhares de pessoas em todo o mundo, e aqueles que decidem estar ao serviço dos grupos, movimentos, intelectuais e outros lutadores, que todos os dias arriscam a vida a defender outro modelo de mundo possível.»
Pascual Serrano - José Daniel Fierro

REFORMAS E BAIXAS MÉDICAS EM PORTUGAL - escândalos!

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COMER E CALAR! - até quando?


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sábado, maio 27, 2006

As Férias, os Deputados e eu (continuação)

Por isso, resolvi hoje partilhar, com quem nunca me lê, neste inexistente blog, o desvendar da paisagem que me deslumbrou.
(...)
Postes de 8 e 17.5.2006
(continuação)
Decorreram já alguns dias depois de ter chegado aqui.
Em cada recanto me deslumbro mais com esta cidade.
Encontrei e falei com pessoas desinibidas e muito cultas;
Vi casas de arte e espectáculos, públicas e privadas, por tudo quanto é canto;
Caminhei por ruas limpas.
Pleno emprego, era a resposta que recebia quando falava de condições de vida.
Enfim, vi e senti tudo aquilo que um mortal ambiciona ter na sua cidade.

Entre tantos motivos de interesse, tinha que fazer uma opção. Escolhi para falar hoje, em pormenor, da Casa da Cultura local.
Designação curta para tanta importância que a população lhe atribui.
Situada no Cercado Parque, paredes meias com o maravilhoso bar de que dei notícia no último post. Confesso que não tinha antes reparado na sua existência.
O seu aspeto exterior é discreta e propositadamente acinzentado. De janelas poucas.
É do tempo em que, por via dos aviadores germanos a trabalhar em Espanha - que por isso foi do Franco - se camuflavam os edifícios mais importantes de todas as cidades.

Entrando, deparo com espaçoso Hall alcatifado com tapeçaria oriental; das paredes pintadas a ouro, sobressaiem alguns cartazes anunciando os espectáculos que se seguiam.
Tudo bem concebido e alinhado.
Descendo umas largas escadas, que conduziam a um maravilhoso bunker subterrâneo, encontrei generosos corredores.
Segui pelo que me indicava o bilhete para o espectáculo escolhido.
Era a peça de Bertold Brecht "Horácio e Curiácidos".
Acabada a sessão, saí.
No exterior, porque ainda era dia, saquei da mochila a velhinha Kodak e... zás!

Por hoje aqui me fico.
Ela, a nova imagem, aí está, ao vosso dispor, bem ilucidativa...

...tempos depois de oportunas férias, arrancadas aos longos fins-de-semana, e seus interins, com a benção de muitos deputados da nação!


Notas:
- Ver chamada no post de 8.5 referente à data da imagens.
- Prometo postar aqui as outras fotos que remeti aos meus Edis.

Algures, em Abril 2006
'Zdéfa Fava
(Engª. Obras Feitas)

1 Comments:

At domingo, maio 28, 2006 9:15:00 da tarde, Anonymous fárinha said...

Ó D.Engª. a senhora é muito cínica. Porque é que não chama os bois pelos nomes?
A Marinha Grande está cheia de "monos" arquitectónicos e não é nada aprazível?...
...então arrangem gente de fora para vos governar.
lololololololo

 

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